Amsterdam – cultura pura

17 de abril de 2010 at 3:35 PM (Amsterdam)

Cheguei a Amsterdam debaixo de chuva, sem um mapa da cidade e sem saber direito como as coisas funcionavam. Depois de 15 minutos de quase desespero, consegui encontrar o albergue – a essas alturas minha mochila tava ensopada e algumas roupas também.

Fui à Amsterdam com um único propósito: admirar. E nossa, foi incrível. A parte antiga da cidade é maravilhosa, com todos aqueles canais e todas as casinhas encostadinhas umas nas outras parecendo que vão cair! Como a chuva atrapalhou um pouco nos dois primeiros dias, aproveitei pra visitar os museus, e digo com toda sinceridade, haja museu nessa cidade.

O primeiro da lista foi o Rikjsmuseus (não tenho certeza se escreve assim e nem sei pronunciar isso!!). Absolutamente incrível, o Rikjsmuseum abriga as obras de Rembrant e todos os seus contemporâneos. Nada de pinturas italianas!! rsss Vale muito a pena enfrentar a fila – se você comprar o ticket antecipadamente no Hostel, pega a fila menor (13 euros a entrada se não me engano).

De lá fui para o Museu Van Gogh. Esse é ponto de parada obrigatória a qualquer ser humano que visite Amsterdam. Além de ser o maior acervo do mundo das obras de Van Gogh, o museu conta a historia de sua vida e as obras estão em ordem cronológica. Dá vontade de ficar lá muitas horas admirando a genialidade do pintor. A fila também pode ser evitada comprando o ticket antecipado também (acho que paguei 10 euros).

O terceiro da minha lista, e que não podia ficar de fora, foi o museu de Anne Frank. Pra quem não conhece a história, o diário dessa garota é o relato mais famoso de um judeu durante a 2ª Guerra, e o museu está localizado no prédio onde ela e sua familia ficaram escondidos de 1942 a 1945, quando foram descobertos e enviados a campos de concentração. O unico sobrevivente direto da familia foi o pai, Otto Frank, que publicou o diário da menina – editado em várias liguas e várias vezes. A visita ao esconderijo da familia Frank foi muito emocionante. Quando foram descobertos pelos nazistas, todos os moveis foram retirados dali, e Otto Frank decidiu, quando abriu o museu, deixar o local como estava. Mesmo assim, a verdade, e a historia contada lá dentro, emociona. Eu chorei. (12 euros)

Também fui visitar um museu muito peculiar – o museu de Rembrant. Este fica localizado na casa que foi do pintor. O mais interessante do museu não são as obras de arte – a maioria das que estão lá foram presentes de amigos não menos ilustres do que o próprio Rembrant – mas a mobilia e a decoração daquela época. Se tiver tempo vale a pena para conhecer como são as casas antigas de Amsterdam por dentro. (7 euros)

O último museu que visitei em Amsterdam foi o Sex Museum. Por coincidencia, pois não sabia nem onde ficava este museu, fui caminhando da Estação Central até o Red Light e encontrei o Museu do Sexo no caminho. Resolvi entrar (4 euros). Com artigos bem antigos e fotos, é no mínimo engraçado.

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