Hi Amsterdam again!

26 de março de 2011 at 11:34 PM (Amsterdam)

Há menos de um mês, quando fui convidada para ir à Amsterdam acompanhar um teste no laboratório de P&D da Shell, quase não acreditei quando meu chefe disse: “Tá bom, você vai. Mas acho que você vai sozinha… ” Domingo passado desembarquei em Amsterdam ao meio-dia de um lindo dia de sol apesar do frio. Aquilo para mim era um presente! A cidade estava perfeita, sem uma gota de chuva, o que é muito difícil nessa época do ano.

Já que estava indo trabalhar, por que então não aproveitar um pouco? Confesso que vi coisas dessa vez em Amsterdam que não vi no ano passado. E fiz o possível para aproveitar meu tempo livre!

A primeira parada foi para o almoço/jantar às 5 da tarde na Rembrant Plein, próximo do hotel onde eu me hospedei (é, dessa vez fiquei num hotel). Tomei uma Heineken, só pra entrar no clima da cidade, e pedi um filé com mushrooms – ah eu adoro esses cogumelos frescos que eles têm lá!

Desta vez também fui obrigada a ir à Heineken Experience! E admito, o passeio é muito bom, e além do que você pode beber 2 Heinekens quando a visita acaba lá mesmo, no bar deles. No mais, não fui a nenhum museu, nada disso. O tempo livre foi exclusivo para longas caminhadas pela cidade e para experimentar as comidas de lá! Antes de viajar, prometi a meu amigo Juninho que não ia comer McDonalds e mantive minha promessa. Comi arenque, truta, e até coelho, num restaurante típico que o pessoal da Shell me levou.

Uma semana… uma semana em Amsterdam e os pés absurdamente doloridos. Não sei o que aconteceu dessa vez, mas meus pés e minhas pernas incharam tanto, que não estava conseguindo usar as botas. Levei 2 pares de botas, uma de salto e uma sem salto. Incrivelmente, não suportei andar com a bota sem salto e fui obrigada a andar de salto todos os dias. Isso me rendeu dois pés cheios de calos e a primeira parada no Brasil, depois no aeroporto foi na pedicure!!

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The Secret Annex

18 de junho de 2010 at 12:11 AM (Amsterdam)

Na semana passada terminei de ler o “Diário de Anne Frank” comprado no aeroporto de Londres a caminho de Amsterdam. Lembro-me que cheguei cedo ao aeroporto e entrei numa livraria para gastar algumas libras que tinham sobrado na carteira. Comprei um pequeno guia de Amsterdam, o diário de Anne Frank (em inglês) e um artefato que servia como marcador de livro e apoio para leitura. Já havia lido o livro na minha adolescencia, quando costumava visitar a pequena biblioteca da cidade e D. Silvana, mãe do meu querido amigo Diego, me dava dicas de bons livros.

A visita à casa onde Anne e sua família permaneceram de 1942 a 1944, escondidos durante a 2ª guerra, é, como já comentei anteriormente, um passeio que nos remete à essência do ser humano.

O mais impressionante é que, apesar da história da familia Frank e os outros 4 ocupantes do “Anexo Secreto” ser tão conhecida no mundo todo, alguns visitantes de Amsterdam simplesmente ignoram o Museu como se aquilo não fosse de muita importância. A casa permanece vazia como foi deixada após a retirada de seus ocupantes em 4 de agosto de 1944. Todos os móveis foram levados pelos alemães, e na época da abertura do museu, Otto Frank decidiu que ele deveria permanecer daquele jeito. Lá dentro há uma maquete com uma descrição de como era o espaço onde eles viveram.

A história de Anne e sua família é narrada em trechos escritos, videos, sons e fotografias. A realidade pura me trouxe uma tristeza indescritível. A mesma que senti quando terminei de ler o livro. Uma pena não poder tirar fotos… mas o que as imagens poderiam mostrar de um lugar vazio? Só mesmo estando lá para poder sentir. Procurei algumas imagens na internet para ilustrar esse post.

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Canais de Amsterdam

14 de maio de 2010 at 6:26 PM (Amsterdam)

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Comidinhas….

14 de maio de 2010 at 6:19 PM (Amsterdam, Paris)

Vamos lá… procurei experimentar várias coisas… mas confesso que o que mais comi foram sanduíches (práticos, rápidos e baratos)!

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Dias Difíceis…

2 de maio de 2010 at 7:17 PM (1)

Após alguns acontecimentos nos dias que se seguiram à minha chegada de volta ao Brasil, após muito refletir decidi dividir aqui no blog algumas coisas muito pessoais. Será uma forma de organizar minhas idéias pra entender melhor o que está acontecendo.

Cheguei ao Brasil no dia 10 de abril. São Paulo já estava com a mesma temperatura de Roma, em torno de 15ºC. Misturado com minha saudade de casa, da família, do Brasil, do português, vieram algumas notícias nada agradáveis. Meu irmão mais velho, Theo, há cinco anos lutando contra a leucemia, havia entregado os pontos. Meu pai já estava em São Paulo há alguns dias, na casa do meu irmão, pra estar com ele nos últimos momentos de vida.

Na tarde do sábado, meu pai veio me ver na casa da minha tia. Muito triste e abatido, ficou olhando comigo as fotos da viagem, conversando. De repente caiu no choro. Eu fiquei estática, sem reação. Nunca vi meu pai daquele jeito, nem mesmo quando ficamos sabendo da doença em dezembro de 2004. Isso mexeu muito comigo. Me fez relembrar alguns momentos difíceis que passei com meus pais na época em que resolvi morar longe deles.

Quando entrei no avião no domingo à tarde, fiquei pensando se ainda havia algum motivo que me fizesse continuar tão longe deles. Neste momento, o que eu mais queria era poder estar perto, abraçar meu pai, poder pelo menos estar junto, pois não sei se poderia ajudar neste momento. Cheguei a Salvador às 19:30. Peguei um taxi, fui pra casa, comecei a arrumar as coisas pra conseguir dormir no meu quarto. Por volta de 23:00 recebi a notícia da morte do meu irmão. Sozinha, chorei a noite toda.

Não consegui voltar pra São Paulo para ir ao enterro. Pela manhã, quando fui trabalhar, olhei o horário dos vôos e não conseguiria chegar a tempo. Mais uma vez a distância.

Passei uma semana em estado de choque. Nem conseguia pensar direito em muita coisa. Estava tentando superar tudo daqui mas pensando principalmente no meu pai. Pelo telefone, dois dias depois, quando consegui falar com ele, ele me disse que ia ficar bem, que ia superar aquilo, mas que eu não tentasse me colocar no lugar dele, pois não fazia idéia da dor de perder um filho.Não faço mesmo. Mas sei o que é ver a dor de uma pessoa que gosto muito.

Não só pelo fato da perda de meu irmão, mas pelo medo de passar tanto tempo longe das pessoas que mais amo na vida, decidi ir embora. Vou voltar pra São Paulo, pra perto dos meus.

Essa decisão vai virar minha vida de ponta cabeça de novo. Não quero abrir mão da minha carreira, e por isso pode ser que demore um pouco pra minha vontade se tornar realidade. Ao mesmo tempo, estou com medo de começar tudo de novo. Casa nova, emprego novo, chefe novo, amigos novos. Quando vim a Salvador já foi bem complicado pois não conhecia ninguém. Lá eu tenho suporte, pelo menos.

Vou sentir falta do mar todo dia de manhã….

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Londres, vontade de voltar!

21 de abril de 2010 at 4:51 PM (Londres)

Apesar do frio em todos os dias que estive em Londres, minha semana nessa cidade cosmopolita só tem um adjetivo possível: inesquecível. Em grande parte, devo isso aos meus amigos e principalmente ao Fernando, que conseguiu me esquentar!! rssss

Como o frio dá vontade de ficar em casa, tentei me animar um pouco indo pelo menos a alguns lugares que não podiam deixar de ser vistos: Fui a Windsor, Madame Tussaud, London Eye, St. Paul’s, Natural History Museum, Hide Park (de passagem), show do The Cranberries (previamente esquematizado) e fui assistir ao musical “Hair” em um daqueles teatros próximos a Picadilly Circus. Fora isso, tentei fazer o Sightseeing naqueles ônibus que circulam pela cidade, mas o frio e a chuva não ajudaram muito.

Devo admitir que Londres tem muito mais coisas pra se ver do que isto, como qualquer cidade européia. A história emerge das construções antigas no meio dos prédios modernos da City. A modernidade em Londres está em tudo, desde o metrô até a venda de bilhetes para shows, teatros e museus pela internet (o que reduz os custos – alguns ingressos custam 50% do valor pela internet – e reduz o tempo de espera nas filas). A maior parte das atrações em Londres não são pagas, mas quando são, são caras. Devo admitir que preferi aproveitar a companhia dos meus amigos para conseguir sair na Europa e me divertir!!!

A melhor dica aqui é: procure em sites como o da Time Out as atrações que deseja ir e compre o ingresso antecipado pela internet… vai gastar menos e poupar tempo.

Outra coisa muito interessante em Londres é a quantidade de imigrantes circulado pela cidade. Novamente eu digo: brasileiro é uma praga, estão em todos os lugares e se fazem perceber onde quer que estejam! Mas em Londres o que espanta é a quantidade de indianos e muçulmanos, também em todo lugar que a gente circula.

Podia passar aqui horas e horas descrevendo os lugares turisticos que passei, mas isso qualquer guia da cidade fará melhor do que eu. Algumas percepções, no entanto, são muito pessoais, e talvez algumas pessoas não tenham a mesma visão que eu.

Londres é uma cidade perfeita para jovens: vários pubs em todos os pontos, várias baladas, pessoas que gostam de curtir (as inglesas são loucas e depois falam das brasileiras), parque lindos, vários lugares para compras, fácil de se localizar, fácil de se locomover (são umas 20 linhas de metrô), várias atrações como shows, peças de teatro e musicais, etc etc etc. É uma cidade em movimento. Constante e intenso.

Assim como foi, ficaram muitas coisas por ver, e com certeza a vontade de voltar lá muito em breve!

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Amsterdam – cultura pura

17 de abril de 2010 at 3:35 PM (Amsterdam)

Cheguei a Amsterdam debaixo de chuva, sem um mapa da cidade e sem saber direito como as coisas funcionavam. Depois de 15 minutos de quase desespero, consegui encontrar o albergue – a essas alturas minha mochila tava ensopada e algumas roupas também.

Fui à Amsterdam com um único propósito: admirar. E nossa, foi incrível. A parte antiga da cidade é maravilhosa, com todos aqueles canais e todas as casinhas encostadinhas umas nas outras parecendo que vão cair! Como a chuva atrapalhou um pouco nos dois primeiros dias, aproveitei pra visitar os museus, e digo com toda sinceridade, haja museu nessa cidade.

O primeiro da lista foi o Rikjsmuseus (não tenho certeza se escreve assim e nem sei pronunciar isso!!). Absolutamente incrível, o Rikjsmuseum abriga as obras de Rembrant e todos os seus contemporâneos. Nada de pinturas italianas!! rsss Vale muito a pena enfrentar a fila – se você comprar o ticket antecipadamente no Hostel, pega a fila menor (13 euros a entrada se não me engano).

De lá fui para o Museu Van Gogh. Esse é ponto de parada obrigatória a qualquer ser humano que visite Amsterdam. Além de ser o maior acervo do mundo das obras de Van Gogh, o museu conta a historia de sua vida e as obras estão em ordem cronológica. Dá vontade de ficar lá muitas horas admirando a genialidade do pintor. A fila também pode ser evitada comprando o ticket antecipado também (acho que paguei 10 euros).

O terceiro da minha lista, e que não podia ficar de fora, foi o museu de Anne Frank. Pra quem não conhece a história, o diário dessa garota é o relato mais famoso de um judeu durante a 2ª Guerra, e o museu está localizado no prédio onde ela e sua familia ficaram escondidos de 1942 a 1945, quando foram descobertos e enviados a campos de concentração. O unico sobrevivente direto da familia foi o pai, Otto Frank, que publicou o diário da menina – editado em várias liguas e várias vezes. A visita ao esconderijo da familia Frank foi muito emocionante. Quando foram descobertos pelos nazistas, todos os moveis foram retirados dali, e Otto Frank decidiu, quando abriu o museu, deixar o local como estava. Mesmo assim, a verdade, e a historia contada lá dentro, emociona. Eu chorei. (12 euros)

Também fui visitar um museu muito peculiar – o museu de Rembrant. Este fica localizado na casa que foi do pintor. O mais interessante do museu não são as obras de arte – a maioria das que estão lá foram presentes de amigos não menos ilustres do que o próprio Rembrant – mas a mobilia e a decoração daquela época. Se tiver tempo vale a pena para conhecer como são as casas antigas de Amsterdam por dentro. (7 euros)

O último museu que visitei em Amsterdam foi o Sex Museum. Por coincidencia, pois não sabia nem onde ficava este museu, fui caminhando da Estação Central até o Red Light e encontrei o Museu do Sexo no caminho. Resolvi entrar (4 euros). Com artigos bem antigos e fotos, é no mínimo engraçado.

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Albergues

17 de abril de 2010 at 3:09 PM (Amsterdam, Paris, Viagem) (, , )

Acho que será válido adicionar um post sobre os albergues em que fiquei, pra vcs terem uma idéia de como são. Se alguém quiser adicionar comentários sobre outros fiquem à vontade….

Em Paris, como mencionei anteriormente, cancelei minhas reservas no Le D’Artagnan por ser muito afastado. Fiz reservas no St. Christopher’s Inn, um albergue muito simpático numa área muito legal e de fácil acesso ao metrô. O St. Christopher’s não é central, porém está entre as estações Crimèe e Lumiere do metrô (Linhas 5 e 7), que dão acesso rápido (menos de 15 minutos) à área central de Paris… e depois é só andar.

Também pra facilitar a vida das mulheres, há um andar somente para nós, com quartos exclusivamente femininos, e banheiros também. O ambiente é agradável e limpo. Mas o mais bacana são as cortininhas nos beliches, que dão mais privacidade e conforto na hora de dormir. Os lockers ficam localizados embaixo dos beliches e é preciso levar seu cadeado (eles vendem por 6 euros). Banheiros no final do corredor. Este albergue nem está citado no Guia do Viajante Independente na Europa, mas eu adorei!! Também tem um pub no térreo, onde é servido o café da manhã (baguete, cereais, manteiga, nutela, geleia, leite, suco e café). À noite tem algumas opções de comida por lá mesmo pra quem não quer sair (massas, queijos, lanches) e a região tem vários restaurantezinhos e cafés tipicamente parisienses, assim como várias padarias. Nem preciso dizer que adorei neh….

Em Amsterdam, depois de ficar perdida debaixo de chuva tentando encontrar o albergue, cheguei ao Stayokay Vondelpark. O albergue é grande: são três prédios com um total de 544 camas, e está praticamente lotado todos os dias do ano (portanto é preciso reservar logo). Não me lembro se não consegui fazer reserva para um quarto exclusivo para mulheres ou se não havia realmente, mas o fato é que foi terrível dividir o quarto com seres do sexo masculino. Das 4 noites que fiquei lá, só dormi a primeira, pois cheguei no quarto depois de todo mundo!

Os quartos são pequenos mas arrumados e tem lockers se você levar o seu cadeado. Os banheiros são dentro do quarto, mas isso não foi uma grande idéia, considerando que em Amsterdam não se tem hora pra voltar, e toda hora entra alguém, acende a luz, vai tomar banho, e foda-se quem está dormindo… Enfim….

O café da manhã é bom: varios tipos de pães, frios, ovos, banana, iogurte, cereais, suco, café, leite, manteiga, nutela, geléia. Não dá pra contar com o restaurante do albergue à noite, mas o bar é bem legal, com bebidas bem mais baratas que os pubs. A melhor parte do Stayokay Vondelpark é a localização. Próximo à praça Leidseplein, vários pubs, restaurantes, McDonald’s, Burguer King, e até o famoso coffee shop Bulldog, estão ali – 5 minutos de caminhada do Hostel. Além do mais, também fica bem próximo aos maiores museus de Amsterdam, 5 a 10 minutos até o Rikjsmuseum e o Museu Van Gogh.

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Passeio de domingo

15 de abril de 2010 at 1:03 PM (Londres)

Como bons anfitriões, e bons trabalhadores que trabalham a semana inteira, domingo foi o dia que meus amigos tiveram pra passear comigo. Como é de lei, fomos a Candem Town, o reduto dos punks de Londres. Sem sombra de dúvidas, este é um lugar que merece ser visitado. Com milhoes de lojinhas nas ruas, chega a parecer com a 25 de março, mas tem muitas peculiaridades. As lojinhas, que se fosse aqui no Brasil venderiam muambas, lá vendem artigos para punks de todas as tribos! Há também algumas lojinhas de artigos indianos e lojinhas de souvenirs. Mas legal mesmo é observar a quantidade de punks que circulam por lá.

Há também uma loja que eu não me lembro o nome, mas somente com roupas futuristas, a loja toda iluminada com luz negra e as roupas florescentes. Vários robôs espalhados fazendo a decoração e uma salinha só de artigos de sex shop. Muito divertida!!

Depois de Candem, o Joao já tava verde de fome, então fomos almoçar num restaurante italiano que eles conhecem. Realmente maravilhoso comer uma comidinha italiana de verdade com um vinho pra esquentar aquele frio!

Fomos dar uma volta de carro pelos pontos turisticos da cidade. É interessante como toda cidade morre no domingo. Ruas tranquilas, pouca gente. Passamos pelo parlamento, Big Ben, St Paul’s, Madame Tussaud, City, London Bridge, Museu de Historia Natural…. O sono apertou depois de toda aquela comida e voltamos pra casa!

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Come with me

15 de abril de 2010 at 12:42 PM (Londres)

Existe uma coisa que eu preciso concordar. A vida não seria a mesma sem meus amigos. Este é o motivo principal de eu ter ido a Londres, encontrar minha amiga Ju, que mora lá há 4 anos, casada com o João, e não posso esquecer do Fernando, irmão dela, que foi minha companhia na maioria dos dias que passei lá.

A chegada a Londres foi muito tranquila. Viajei de Eurostar, 2h15 de viagem de Paris Gare du Nord a Londres St Pancras. A Ju e o Joao foram me buscar de carro e logo o primeiro choque: aquela direção do lado errado é muito esquisito!! Toda hora tinha a impressão que o carro ia bater. O transito em Londres é muito intenso, as ruas são muito estreitas e pra piorar é tudo do lado errado!! kkkkk

Logo de cara a diferença de Paris: o clima!! Londres estava fazendo um frio absurdo pra mim. Mas tudo tava valendo a pena!

A primeira impressão que tive da cidade é que é muito parecida com São Paulo. O centro movimentado, o trânsito, os prédios, e o céu cinza. Tudo muito familiar com minha terrinha natal! No meio de tantos prédios modernos, às vezes surge algum prédio antigo destoando de todo o resto. Londres é uma cidade grande, bonita e gelada. Os subúrbios com as casas residenciais todas iguaizinhas, de tijolinhos aparentes, uma ou outra com a porta de cor diferente.

Outra coisa que devo admitir é que é difícil ir pra balada sozinha, e por isso nem peguei baladinhas em Paris… No entanto, quando cheguei em Londres no dia 27 de março, já fui intimada a sair com meus amigos!! Nem achei ruim…. rsss. Fomos num lugar chamado OnAnOn, fica na Picadilly Circus. É uma casa noturna com muita música eletrônica, vários ambientes e muita gente doida. Chegamos lá por volta de 8 e meia da noite, e ficamos até meia-noite… cedo para os meus padrões, mas necessário para quem vai sair de metrô. O lugar é bem bacana e não paga pra entrar… Fica a dica!

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